Aqueles que mordem o pó.
Reparo nos segundos que não contabilizam momentos, os segundos que escorregam por entre a vida. Reparo que o espelho onde me via refletida foi-se tornando noutra matéria, algo opaca, indistinta de uma vulgar parede. Reparo que há falta, há a palavra única, que arde num peito fechado sobre uma cicatriz.
Nego o reparo na reparação.

